Manhãs orvalhadas de minh’alma!
Vos amo e temo, e em vós percorro
As sendas conhecidas como a palma
Que são para mim como um socorro
Quando na angústia das manhãs
Eu preciso de alento ou refrigério
Para tornar a perseguir promessas vãs
Que o coração acalenta em seu mistério!
Saio a surfar no embalo das coxilhas
Abrindo os braços, assim, para colher
Do meu prado as eternas maravilhas...
E entrando em meu vinhedo, a ofegar,
Nele mergulho pois me sinto renascer
Pra nova vida... como as uvas no lagar!
27/10/2006
__________________________________
Mañanas de rocío (de Alma Welt)
(versión al castellano de Lucia Welt)
Mañanas de rocío de mi alma!
Todavía las amo y las recorro
Por sus sendas conocidas en la palma
Y que son para mí como un socorro
Cuando, en la angustia, así, temprana
Yo necesito aliento y refrigerio
Para tornar a perseguir promesa vana
Que el corazón acuna en su misterio!
Salgo a ondular en las “cojillas”
Abriendo los brazos, así, para coger
De mi pradera las eternas maravillas…
Y llegando a mi viñedo, a jadear,
En él penetro pues me siento renacer
A nueva vida como el vino del lagar!
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário