sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Manhãs orvalhadas (de Alma Welt)

Manhãs orvalhadas de minh’alma!
Vos amo e temo, e em vós percorro
As sendas conhecidas como a palma
Que são para mim como um socorro

Quando na angústia das manhãs
Eu preciso de alento ou refrigério
Para tornar a perseguir promessas vãs
Que o coração acalenta em seu mistério!

Saio a surfar no embalo das coxilhas
Abrindo os braços, assim, para colher
Do meu prado as eternas maravilhas...

E entrando em meu vinhedo, a ofegar,
Nele mergulho pois me sinto renascer
Pra nova vida... como as uvas no lagar!


27/10/2006

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Mañanas de rocío (de Alma Welt)
(versión al castellano de Lucia Welt)

Mañanas de rocío de mi alma!
Todavía las amo y las recorro
Por sus sendas conocidas en la palma
Y que son para mí como un socorro

Cuando, en la angustia, así, temprana
Yo necesito aliento y refrigerio
Para tornar a perseguir promesa vana
Que el corazón acuna en su misterio!

Salgo a ondular en las “cojillas”
Abriendo los brazos, así, para coger
De mi pradera las eternas maravillas…

Y llegando a mi viñedo, a jadear,
En él penetro pues me siento renacer
A nueva vida como el vino del lagar!

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