Não te vás, ó Rodo, eu te suplico!
Devolvo a chave, sei, fui atrevida.
Falo demais, talvez, complico,
Mas estamos no coração da Vida,
O mundo está aqui como lá fora.
Ou o vejo daqui, por isso fico.
Por quê tens, irmão, que ir embora
Só porque só sei jogar o mico?
Coração sempre tiveste destemido,
Sou tola e pegajosa, que sei eu?
Anseias o teu pôquer de bandido...
Não tens mais paciência com a guria.
Onde, pois, a aventureira se meteu?
Que escreve, chora e se angustia...
25//11/2006
El corazón de la vida (Alma Welt)
No te vayas, O Rodo, te lo ruego!
Tomé la clave, lo sé, gesto atrevido.
Hablo por demás, con tanto fuego;
De la vida el corazón no está perdido,
El mundo está aquí y en otras partes.
Pero lo vedo desde acá, por eso resto.
Sin embargo, hermano, no te apartes,
Si como jugadora no me presto.
El coraje tienes, desmedido…
Soy tonta y pegajosa, qué sé yo?
Anhelas por tu póquer de bandido…
Paciencia ya non hay con “la guria”,
Cuyo don de aventura se perdió,
Y solo escribe, llora y se angustia…
domingo, 31 de janeiro de 2010
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